{"id":20266,"date":"2021-03-08T11:41:11","date_gmt":"2021-03-08T14:41:11","guid":{"rendered":"https:\/\/beduka.com\/blog\/?p=20266"},"modified":"2023-10-19T15:31:26","modified_gmt":"2023-10-19T18:31:26","slug":"exercicios-sobre-naturalismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/beduka.com\/blog\/exercicios\/exercicios-sobre-naturalismo\/","title":{"rendered":"Os 20 Melhores Exerc\u00edcios sobre Naturalismo com Gabarito"},"content":{"rendered":"\n<blockquote class=\"wp-block-quote\">\n<p><strong>O Naturalismo \u00e9 uma Escola Liter\u00e1ria que carrega a filosofia de que o homem \u00e9 fruto do&nbsp; ambiente em que vive e de sua hereditariedade. \u00c9 uma vertente radical do Realismo que se constr\u00f3i na exclusiva observa\u00e7\u00e3o emp\u00edrica. Neste texto, voc\u00ea entender\u00e1 mais sobre o estilo e far\u00e1 exerc\u00edcios sobre Naturalismo.&nbsp;<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>Quer seguir diretamente para algum tema espec\u00edfico? <\/strong>Clique em qualquer um dos itens abaixo:<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><a href=\"#naturalismo\" data-type=\"internal\" data-id=\"#naturalismo\">Resumo sobre Naturalismo<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#exerc\u00edcios-sobre-naturalismo\" data-type=\"internal\" data-id=\"#exerc\u00edcios-sobre-naturalismo\">Exerc\u00edcios de Naturalismo<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"#gabarito-dos-exerc\u00edcios-de-naturalismo\" data-type=\"internal\" data-id=\"#gabarito-dos-exerc\u00edcios-de-naturalismo\">Gabarito dos exerc\u00edcios sobre Naturalismo<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quando voc\u00ea terminar os<strong> Exerc\u00edcios sobre Naturalismo<\/strong>, coloque em pr\u00e1tica todo seu conhecimento com <a href=\"https:\/\/beduka.com\/simulado-enem\/#\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O Melhor Simulado Enem do Brasil. <\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"naturalismo\">O que \u00e9 Naturalismo?&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Surgido ap\u00f3s o Romantismo, o Naturalismo \u00e9 uma Escola Liter\u00e1ria entendida como uma vertente do <a href=\"https:\/\/beduka.com\/blog\/materias\/literatura\/resumo-do-realismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Realismo<\/a>, afinal ambos buscam retratar a realidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Naturalismo come\u00e7ou na Fran\u00e7a com \u00c9mile Zola<\/strong>, um escritor que marcou o in\u00edcio do movimento com sua obra \u201cGerminal\u201d, em 1881. Nela, ele denuncia as p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de trabalho vividas pelos mineiros franceses que cavavam atr\u00e1s de carv\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os naturalistas buscavam destacar a rela\u00e7\u00e3o existente entre o homem e a natureza<\/strong>. Isso porque o movimento foi inspirado na <a href=\"https:\/\/beduka.com\/blog\/materias\/biologia\/teoria-da-evolucao-de-darwin\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Teoria da Evolu\u00e7\u00e3o de Charles Darwin<\/a>, entre outras teorias cient\u00edficas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><strong>S\u00e3o mais de 200 resumos gratuitos<\/strong> no <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/beduka_oficial\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram do Beduka<\/a>, aproveite!<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Em que contexto o Naturalismo nasceu?<\/h2>\n\n\n\n<p>Na \u00e9poca de surgimento do Naturalismo e do Realismo, <strong>estava em alta a an\u00e1lise dos comportamentos patol\u00f3gicos e animalescos das pessoas<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m era uma fase de cidad\u00e3os mais c\u00e9ticos. As pessoas acreditavam cada vez mais na ci\u00eancia e na observa\u00e7\u00e3o emp\u00edrica e isso influenciou bastante as ra\u00edzes do naturalismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Outro pensamento que influenciava era o socialista<\/strong>. Era comum ver obras que falavam a favor dos trabalhadores \u201cexplorados pelo capitalismo opressor\u201d da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o as principais caracter\u00edsticas do Naturalismo?<\/h2>\n\n\n\n<p>As principais caracter\u00edsticas do Naturalismo s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><strong>Abordagem de temas pol\u00eamicos<\/strong> como mis\u00e9ria, adult\u00e9rio, crimes e sexualidade desvelada. Tudo isso sem se preocupar com o que o leitor pensaria.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Forte influ\u00eancia Darwinista<\/strong>, na qual o homem n\u00e3o possui livre arb\u00edtrio, sendo guiado pela hereditariedade e pelo meio social em que vive.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cientificismo exagerado <\/strong>\u2013 o narrador toma a posi\u00e7\u00e3o de um \u201ccientista\u201d, que observa as rela\u00e7\u00f5es e fen\u00f4menos sociais como se observasse uma experi\u00eancia cient\u00edfica.<\/li>\n\n\n\n<li>A realidade \u00e9 abordada a partir do pensamento cient\u00edfico sob <strong>influ\u00eancia do positivismo<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Linguagem simples e objetiva<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>Os pintores <strong>recriavam paisagens naturais<\/strong>, ou seja, pintavam aquilo que observavam.<\/li>\n\n\n\n<li>Grande <strong>desejo de reformar a sociedade<\/strong> nas obras.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Quer saber como o Naturalismo se manifestou no Brasil?<\/strong> Leia nosso <a href=\"https:\/\/beduka.com\/blog\/materias\/literatura\/resumo-do-naturalismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">artigo completo sobre Naturalismo<\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"exerc\u00edcios-sobre-naturalismo\">Exerc\u00edcios sobre Naturalismo com Gabarito<\/h2>\n\n\n\n<p>Esperamos que, com esse resumo, <strong>tudo tenha ficado mais claro para voc\u00ea.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Obrigado<\/strong> por ter lido at\u00e9 aqui!<\/p>\n\n\n\n<p>Baixe <strong>gratuitamente<\/strong> o <a href=\"https:\/\/beduka.com\/blog\/dicas\/enem-dicas\/plano-de-estudos-gratuito\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Plano de Estudos<\/a> do <strong>Beduka<\/strong> e tenha uma prepara\u00e7\u00e3o<strong> perfeita <\/strong>para o <strong>ENEM<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 1- (UFRGS-RS) <\/strong>No romance O corti\u00e7o, de Alu\u00edsio Azevedo, a sintonia com os ideais naturalistas \u00e9 acentuada pela seguinte caracter\u00edstica b\u00e1sica da hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> personagem sobrep\u00f5e-se ao ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> coletivo sobrep\u00f5e-se ao individual.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> psicol\u00f3gico sobrep\u00f5e-se ao social.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> trabalho sobrep\u00f5e-se ao capital<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> A for\u00e7a sobrep\u00f5e-se \u00e0 raz\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 2- (UFPA)<\/strong> Os personagens realistas-naturalistas t\u00eam seus destinos marcados pelo determinismo. Identifica-se esse determinismo:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> pela preocupa\u00e7\u00e3o dos autores em criar personagens perfeitos, sem defeitos f\u00edsicos ou morais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> pelas for\u00e7as at\u00e1vicas e\/ou sociais que condicionam a conduta dessas criaturas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> por ser fruto, especificamente, da imagina\u00e7\u00e3o e da fantasia dos autores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> por se notar a preocupa\u00e7\u00e3o dos autores de voltarem para o passado ou para o futuro ao criarem seus personagens.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> por representarem a tentativa dos autores nacionais de reabilitar uma faculdade perdida do homem: o senso do mist\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 3- (PUC-RJ) <\/strong>Est\u00e3o relacionadas abaixo uma s\u00e9rie de caracter\u00edsticas de movimentos liter\u00e1rios. Delas apenas uma n\u00e3o se refere ao Naturalismo. Qual \u00e9?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> Busca da objetividade cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> Idealiza\u00e7\u00e3o da natureza.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> Determinismo biol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> Tematiza\u00e7\u00e3o do patol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> Aplica\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo experimental.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 4- (FEI-SP)<\/strong> Leia atentamente:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>I.<\/strong> &#8220;Segunda Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, o cientificismo, o progresso tecnol\u00f3gico, o socialismo ut\u00f3pico, a filosofia positivista de Auguste Comte, o evolucionismo formam o contexto sociopol\u00edtico-econ\u00f4mico-filos\u00f3fico-cient\u00edfico em que se desenvolveu a est\u00e9tica realista.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>II.<\/strong> &#8220;O escritor realista acerca-se dos objetos e das pessoas de um modo pessoal, apoiando-se na intui\u00e7\u00e3o e nos sentimentos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>III.<\/strong> &#8220;Os maiores representantes da est\u00e9tica realista\/naturalista no Brasil foram: Machado de Assis, Alu\u00edsio Azevedo e Raul Pomp\u00e9ia.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IV.<\/strong> &#8220;Poder\u00edamos citar como caracter\u00edstica da est\u00e9tica realista: o individualismo, a linguagem erudita e a vis\u00e3o fantasiosa da sociedade.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Verificamos que em rela\u00e7\u00e3o ao Realismo\/naturalismo est\u00e1 (est\u00e3o) correta (corretas):<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> apenas I e II.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> apenas I e III.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> apenas II e IV.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> apenas II e III.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> apenas III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 5- (USF-SP)<\/strong> Pode-se entender o Naturalismo como uma particulariza\u00e7\u00e3o do Realismo que:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> se volta para a Natureza a fim de analisar-lhe os processos c\u00edclicos de renova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> pretende expressar com naturalidade a vida simples dos homens r\u00fasticos nas comunidades primitivas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> defende a arte pela arte, isto \u00e9, desvinculada de compromissos com a realidade social.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> analisa as pervers\u00f5es sexuais, condenando-as em nome da moral religiosa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> estabelece um nexo de causa e efeito entre alguns fatores sociol\u00f3gicos e biol\u00f3gicos e a conduta das personagens.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 6- (MACK-SP)<\/strong> Assinale a alternativa incorreta sobre a prosa naturalista:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> As personagens expressam a depend\u00eancia do homem \u00e0s leis naturais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> estilo caracteriza-se por um descritivismo intenso, capaz de refletir a visualiza\u00e7\u00e3o pict\u00f3rica dos ambientes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> Os tipos s\u00e3o muito bem delimitados, f\u00edsica e moralmente, compondo verdadeiras representa\u00e7\u00f5es caricaturais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> Tem como objetivo maior aprofundar a dimens\u00e3o psicol\u00f3gica das personagens.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> comportamento das personagens e sua movimenta\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o determinam-lhe a condi\u00e7\u00e3o narrativa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 7- (Enem 2014) <\/strong>O mulato<\/p>\n\n\n\n<p>Ana Rosa cresceu; aprendera de cor a gram\u00e1tica do Sotero dos Reis; lera alguma coisa; sabia rudimentos de franc\u00eas e tocava modinhas sentimentais ao viol\u00e3o e ao piano. N\u00e3o era est\u00fapida; tinha a intui\u00e7\u00e3o perfeita da virtude, um modo bonito, e por vezes lamentara n\u00e3o ser mais instru\u00edda. Conhecia muitos trabalhos de agulha; bordava como poucas, e dispunha de uma gargantazinha de contralto que fazia gosto de ouvir.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma s\u00f3 palavra boiava \u00e0 superf\u00edcie dos seus pensamentos: \u201cMulato\u201d. E crescia, crescia, transformando-se em tenebrosa nuvem, que escondia todo o seu passado. Ideia parasita, que estrangulava todas as outras ideias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Mulato!<\/p>\n\n\n\n<p>Esta s\u00f3 palavra explicava-lhe agora todos os mesquinhos escr\u00fapulos, que a sociedade do Maranh\u00e3o usara para com ele. Explicava tudo: a frieza de certas fam\u00edlias a quem visitara; as retic\u00eancias dos que lhe falavam de seus antepassados; a reserva e a cautela dos que, em sua presen\u00e7a, discutiam quest\u00f5es de ra\u00e7a e de sangue.<\/p>\n\n\n\n<p>AZEVEDO, A. O Mulato. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica, 1996 (fragmento).<\/p>\n\n\n\n<p>O texto de Alu\u00edsio Azevedo \u00e9 representativo do Naturalismo, vigente no final do s\u00e9culo XIX. Nesse fragmento, o narrador expressa fidelidade ao discurso naturalista, pois<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) <\/strong>relaciona a posi\u00e7\u00e3o social a padr\u00f5es de comportamento e \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> apresenta os homens e as mulheres melhores do que eram no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> mostra a pouca cultura feminina e a distribui\u00e7\u00e3o de saberes entre homens e mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> ilustra os diferentes modos que um indiv\u00edduo tinha de ascender socialmente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> critica a educa\u00e7\u00e3o oferecida \u00e0s mulheres e os maus-tratos dispensados aos negros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 8- (PUC &#8211; PR-2007) <\/strong>Assinale a alternativa que cont\u00e9m a afirma\u00e7\u00e3o correta sobre o Naturalismo no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> O Naturalismo, por seus princ\u00edpios cient\u00edficos, considerava as narrativas liter\u00e1rias exemplos de demonstra\u00e7\u00e3o de teses e ideias sobre a sociedade e o homem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> O Naturalismo usou elementos da natureza selvagem do Brasil do s\u00e9culo XIX para defender teses sobre os defeitos da cultura primitiva.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> A valoriza\u00e7\u00e3o da natureza rude verificada nos poetas \u00e1rcades se prolonga na vis\u00e3o naturalista do s\u00e9culo XIX, que toma a natureza decadente dos corti\u00e7os para provar os malef\u00edcios da mesti\u00e7agem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> O Naturalismo no Brasil esteve sempre ligado \u00e0 beleza das paisagens das cidades e do interior do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> O Naturalismo do s\u00e9culo XIX no Brasil difundiu na literatura uma linguagem cient\u00edfica e herm\u00e9tica, fazendo com que os textos liter\u00e1rios fossem lidos apenas por intelectuais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 9- (UPE 2014) <\/strong>E viu a Rita Baiana, que fora trocar o vestido por uma saia, surgir de ombros e bra\u00e7os nus, para dan\u00e7ar. A lua destoldara-se nesse momento, envolvendo-a na sua cama de prata, a cujo refulgir os meneios da mesti\u00e7a melhor se acentuavam, cheios de uma gra\u00e7a irresist\u00edvel, simples, primitiva, feita toda de pecado, toda de para\u00edso, com muito de serpente e muito de mulher.<\/p>\n\n\n\n<p>Alu\u00edsio Azevedo. O corti\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>O texto acima constitui um fragmento do romance \u201cO corti\u00e7o\u201d, obra que se inscreve no Naturalismo. Tendo em vista as caracter\u00edsticas tem\u00e1ticas e estil\u00edsticas dessa corrente liter\u00e1ria, considere as afirmativas a seguir.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>I. <\/strong>A forma como Rita Baiana \u00e9 descrita constitui um ind\u00edcio de valoriza\u00e7\u00e3o do poder da mulher, um fen\u00f4meno social que est\u00e1 associado \u00e0s teorias cientificistas da segunda metade do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>II.<\/strong> O texto de Azevedo p\u00f5e em relevo o erotismo e a sexualidade de Rita Baiana, seguindo, assim, o modelo naturalista que analisa o comportamento humano com base nos seus aspectos mais biol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>III.<\/strong> Rita Baiana, como todo personagem do romance naturalista, est\u00e1 fadada a reagir de uma forma predeterminada, em conformidade com um ambiente social do qual ela n\u00e3o pode escapar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IV.<\/strong> Azevedo mostra grande capacidade de retratar agrupamentos humanos, mas seus personagens s\u00e3o ref\u00e9ns do instinto e da heran\u00e7a biol\u00f3gica, e a rela\u00e7\u00e3o amorosa \u00e9 tratada no plano puramente f\u00edsico.<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e3o CORRETAS, apenas:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> I e II.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> I, II e IV.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> I e III.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) <\/strong>II, III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 10- (UNIFESP 2007)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Jer\u00f4nimo bebeu um bom trago de parati, mudou de roupa e deitou-se na cama de Rita.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Vem pra c\u00e1&#8230; disse, um pouco rouco.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Espera! espera! O caf\u00e9 est\u00e1 quase pronto!<\/p>\n\n\n\n<p>E ela s\u00f3 foi ter com ele, levando-lhe a ch\u00e1vena fumegante da perfumosa bebida que tinha sido a mensageira dos seus amores (&#8230;)<\/p>\n\n\n\n<p>Depois, atirou fora a saia e, s\u00f3 de camisa, lan\u00e7ou-se contra o seu amado, num frenesi de desejo do\u00eddo.<\/p>\n\n\n\n<p>Jer\u00f4nimo, ao senti-la inteira nos seus bra\u00e7os; ao sentir na sua pele a carne quente daquela brasileira; ao sentir inundar-se o rosto e as esp\u00e1duas, num efl\u00favio de baunilha e cumaru, a onda negra e fria da cabeleira da mulata; ao sentir esmagarem-se no seu largo e peludo colo de cavouqueiro os dois globos t\u00famidos e macios, e nas suas coxas as coxas dela; sua alma derreteu-se, fervendo e borbulhando como um metal ao fogo, e saiu-lhe pela boca, pelos olhos, por todos os poros do corpo, escandescente, em brasa, queimando-lhe as pr\u00f3prias carnes e arrancando-lhe gemidos surdos, solu\u00e7os irreprim\u00edveis, que lhe sacudiam os membros, fibra por fibra, numa agonia extrema, sobrenatural, uma agonia de anjos violentados por diabos, entre a vermelhid\u00e3o cruenta das labaredas do inferno.<\/p>\n\n\n\n<p>Pode-se afirmar que o enlace amoroso entre Jer\u00f4nimo e Rita, pr\u00f3prio \u00e0 vis\u00e3o naturalista, consiste<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> na condena\u00e7\u00e3o do sexo e consequente reafirma\u00e7\u00e3o dos preceitos morais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> na apresenta\u00e7\u00e3o dos instintos contidos, sem explora\u00e7\u00e3o da plena sexualidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) <\/strong>na apresenta\u00e7\u00e3o do amor idealizado e revestido de certo erotismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> na descri\u00e7\u00e3o do ser humano sob a \u00f3tica do er\u00f3tico e animalesco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Muito bem!<\/strong> Voc\u00ea chegou \u00e0 metade dos Exerc\u00edcios de Naturalismo. Continue fazendo o restante.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 11- (UNIRG TO\/2016) <\/strong>Em O Corti\u00e7o, Alu\u00edsio Azevedo reafirma a ideologia do Naturalismo e cumpre \u00e0 risca alguns princ\u00edpios cientificistas vigentes na segunda metade do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre as afirmativas a seguir, assinale aquela que n\u00e3o corresponde \u00e0s propostas da Escola Naturalista:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> Os personagens de O Corti\u00e7o constituem-se, em sua maioria, de oper\u00e1rios das pedreiras, lavadeiras e outros miser\u00e1veis que ali vivem de forma degradante, o que evidencia a prefer\u00eancia do escritor naturalista pelas camadas mais baixas da sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> Ao enfatizar as atitudes inescrupulosas de Jo\u00e3o Rom\u00e3o para com os habitantes do corti\u00e7o, em especial para com a negra Bertoleza, o narrador confirma as preocupa\u00e7\u00f5es sociais do Naturalismo em sua inclina\u00e7\u00e3o reformadora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> Em O Corti\u00e7o, Alu\u00edsio Azevedo exprime um conceito naturalista da vida e, ao idealizar seus personagens, integra-os a elementos de uma natureza convencional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> O car\u00e1ter determinista da obra tem como s\u00edmbolo a personagem Pombinha, que, se antes era &#8220;pura&#8221; e de boa conduta moral, acaba prostituindo-se por for\u00e7a daquele meio s\u00f3rdido e animalesco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 12- (FUVEST SP\/2015)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>E Jer\u00f4nimo via e escutava, sentindo ir-se-lhe toda a alma pelos olhos enamorados.<\/p>\n\n\n\n<p>Naquela mulata estava o grande mist\u00e9rio, a s\u00edntese das impress\u00f5es que ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que se n\u00e3o torce a nenhuma outra planta; era o veneno e era o a\u00e7\u00facar gostoso; era o sapoti mais doce que o mel e era a castanha do caju, que abre feridas com o seu azeite de fogo; ela era a cobra verde e trai\u00e7oeira, a lagarta viscosa, a muri\u00e7oca doida, que esvoa\u00e7ava havia muito tempo em torno do corpo dele, assanhando-lhe os desejos, acordando-lhe as fibras embambecidas pela saudade da terra, picando-lhe as art\u00e9rias, para lhe cuspir dentro do sangue uma centelha daquele amor setentrional, uma nota daquela m\u00fasica feita de gemidos de prazer, uma larva daquela nuvem de cant\u00e1ridas que zumbiam em torno da Rita Baiana e espalhavam-se pelo ar numa fosforesc\u00eancia afrodis\u00edaca.<\/p>\n\n\n\n<p>Alu\u00edsio Azevedo, O corti\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em que pese a oposi\u00e7\u00e3o program\u00e1tica do Naturalismo ao Romantismo, verifica-se no excerto \u2013 e na obra a que pertence \u2013 a presen\u00e7a de uma linha de continuidade entre o movimento rom\u00e2ntico e a corrente naturalista brasileira, a saber, a<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> exalta\u00e7\u00e3o patri\u00f3tica da mistura de ra\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> necessidade de autodefini\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> avers\u00e3o ao cientificismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> idealiza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es amorosas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> recusa dos modelos liter\u00e1rios estrangeiros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 13- (FUVEST SP\/2015)<\/strong> O efeito expressivo do texto \u2013 bem como seu pertencimento ao Naturalismo em literatura \u2013 baseiam-se amplamente no procedimento de explorar de modo intensivo aspectos biol\u00f3gicos da natureza. Entre esses procedimentos empregados no texto, s\u00f3 N\u00c3O se encontra a<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> representa\u00e7\u00e3o do homem como ser vivo em intera\u00e7\u00e3o constante com o ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> explora\u00e7\u00e3o exaustiva dos receptores sensoriais humanos (audi\u00e7\u00e3o, vis\u00e3o, olfa\u00e7\u00e3o, gusta\u00e7\u00e3o), bem como dos receptores mec\u00e2nicos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> focaliza\u00e7\u00e3o dos processos de sele\u00e7\u00e3o natural como principal for\u00e7a direcionadora do processo evolutivo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> figura\u00e7\u00e3o variada tanto de plantas quanto de animais, inclusive observados em sua intera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> \u00eanfase em processos naturais ligados \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o humana e \u00e0 metamorfose em animais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 14- (UEL) <\/strong>Por for\u00e7a das teses deterministas que abra\u00e7a em sua fic\u00e7\u00e3o, Alu\u00edsio Azevedo:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> Subordina as marcas subjetivas de suas personagens \u00e0s influ\u00eancias diretas do meio e da ra\u00e7a a que pertencem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> Revela-se um autor otimista quanto \u00e0 possibilidade de os miser\u00e1veis reverterem historicamente sua situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> Acredita que a cultura popular, por ser mais espont\u00e2nea e criativa, superar\u00e1 os modelos da cultura letrada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> Faz com que as personagens triunfantes sejam aquelas cujas virtudes morais se imponham sobre o poder econ\u00f4mico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> \u00c9 um autor pessimista, pois est\u00e1 convicto de que os bons instintos naturais s\u00e3o abafados na vida aristocr\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 15- (PUC-PR)<\/strong> Uma das caracter\u00edsticas do Naturalismo \u00e9 o determinismo. Assinale a alternativa que cont\u00e9m o exemplo correto para essa caracter\u00edstica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> Determinismo \u00e9 apresentar a vida como ela \u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> Determinismo \u00e9 a tend\u00eancia de imitar a realidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> O destino das personagens est\u00e1 subordinado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de ra\u00e7a, meio e momento hist\u00f3rico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> O narrador determina qual \u00e9 o conflito que viver\u00e3o as personagens.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> A paisagem e as personagens obedecem a uma ordem cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 16-<\/strong> <strong>(UEG 2003)<\/strong> O romance Casa de pens\u00e3o, de Alu\u00edsio Azevedo, \u00e9 tradicionalmente considerado como pertencente \u00e0 est\u00e9tica naturalista.<\/p>\n\n\n\n<p>A esse respeito, \u00e9 CORRETO afirmar:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> As personagens s\u00e3o sempre remanescentes do meio rural e encontram-se desajustadas pelos v\u00edcios herdados da vida no campo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> A hero\u00edna do romance \u00e9 concebida como um ser angelical e ao mesmo tempo demon\u00edaco, resgatando, no final do s\u00e9culo XIX, as conven\u00e7\u00f5es do amor cort\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong>&nbsp; O narrador apresenta-se claramente na primeira pessoa do singular, justificando, assim, o privil\u00e9gio que o Naturalismo atribui ao individualismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> O meio social \u00e9 preponderante, visto que sua influ\u00eancia \u00e9 decisiva na conduta e na forma\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter das personagens, haja vista a lasc\u00edvia que domina o protagonista da obra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> A fam\u00edlia \u00e9 apresentada como uma entidade sagrada, protegida dos riscos iminentes que determinados comportamentos desviantes podem provocar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 17- (IFSP 2011)<\/strong> Considere os textos.<\/p>\n\n\n\n<p>Tinham uma perspectiva biol\u00f3gica do mundo reduzindo, muitas vezes, o homem \u00e0 condi\u00e7\u00e3o animal, colocando o instinto sobre a raz\u00e3o. Os aspectos desagrad\u00e1veis e repulsivos da condi\u00e7\u00e3o humana s\u00e3o valorizados, como uma forma de rea\u00e7\u00e3o ao idealismo rom\u00e2ntico.<\/p>\n\n\n\n<p>(OLIVEIRA, CIenir Bellezi de. Arte liter\u00e1ria: Portugal \/ Brasil. S\u00e3o Paulo: Moderna, 1999.)<\/p>\n\n\n\n<p>A sociedade \u00e9 um grande laborat\u00f3rio onde o ser humano \u00e9 observado agindo por instinto e, portanto desprovido de livre-arb\u00edtrio.<\/p>\n\n\n\n<p>Assinale a alternativa que informa o per\u00edodo liter\u00e1rio a que o texto se refere, um autor do mesmo per\u00edodo e sua respectiva obra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> Realismo, Machado de Assis, Dom Casmurro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> Naturalismo. Alu\u00edsio Azevedo, O Corti\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> Simbolismo, Cruz e Souza, Missal e Broqu\u00e9is.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> Modernismo, Jorge Amado, Capit\u00e3es da Areia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> P\u00f3s-modernismo, Guimar\u00e3es Rosa, Grande Sert\u00e3o: Veredas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 18- (Enem 2017)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Recusei a m\u00e3o de minha filha, porque o senhor \u00e9&#8230;filho de uma escrava.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 Eu?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 O senhor \u00e9 um homem de cor!&#8230; Infelizmente esta \u00e9 a verdade&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Raimundo tornou-se l\u00edvido. Manoel prosseguiu, no fim de um sil\u00eancio:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2014 J\u00e1 v\u00ea o amigo que n\u00e3o \u00e9 por mim que lhe recusei Ana Rosa, mas \u00e9 por tudo! A fam\u00edlia de minha mulher sempre foi muito escrupulosa a esse respeito, e como ela \u00e9 toda a sociedade do Maranh\u00e3o! Concordo que seja uma asneira; concordo que seja um preju\u00edzo tolo! O senhor por\u00e9m n\u00e3o imagina o que \u00e9 por c\u00e1 a preven\u00e7\u00e3o contra os mulatos!&#8230; Nunca me perdoariam um tal casamento; al\u00e9m do que, para realiz\u00e1-lo, teria que quebrar a promessa que fiz a minha sogra, de n\u00e3o dar a neta sen\u00e3o um branco de lei, portugu\u00eas ou descendente direto de portugueses!<\/p>\n\n\n\n<p>AZEVEDO, A. O mulato. S\u00e3o Paulo: Escala, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>Influenciada pelo ide\u00e1rio cientifista do Naturalismo, a obra destaca o modo como o mulato era visto pela sociedade de fins do s\u00e9culo XIX. Nesse trecho, Manoel traduz uma concep\u00e7\u00e3o em que a<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> miscigena\u00e7\u00e3o racial desqualificava o indiv\u00edduo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> condi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica anulava os conflitos raciais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> discrimina\u00e7\u00e3o racial era condenada pela sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> escravid\u00e3o negava o direito da negra \u00e0 maternidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> uni\u00e3o entre mesti\u00e7os era um risco \u00e0 hegemonia dos brancos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 19- (Enem 2011<\/strong>) Abatidos pelo fadinho harmonioso e nost\u00e1lgico dos desterrados, iam todos, at\u00e9 mesmo os brasileiros, se concentrando e caindo em tristeza; mas, de repente, o cavaquinho de Porfiro, acompanhado pelo viol\u00e3o do Firmo, romperam vibrantemente com um chorado baiano. Nada mais que os primeiros acordes da m\u00fasica crioula para que o sangue de toda aquela gente despertasse logo, como se algu\u00e9m lhe fustigasse o corpo com urtigas bravas. E seguiram-se outras notas, e outras, cada vez mas ardentes e mais delirantes. J\u00e1 n\u00e3o eram dois instrumentos que soavam, eram l\u00fabricos gemidos e suspiros soltos em torrente, a correrem serpenteando, como cobras numa floresta incendiada; eram ais convuisos, chorados em frenesi de amor m\u00fasica feita de beijos e solu\u00e7os gostosos; caricia de fera, caricia de doer, fazendo estala de gozo.<\/p>\n\n\n\n<p>AZEVEDO. A. O corti\u00e7o. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica. 1983 (fragmento).<\/p>\n\n\n\n<p>No romance O Corti\u00e7o (1890), de Alu\u00edzio Azevedo, as personagens s\u00e3o observadas como elementos coletivos caracterizados por condicionantes de origem social, sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confronto entre brasileiros e portugueses revela preval\u00eancia do elemento brasileiro, pois<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> destaca o nome de personagens brasileiras e omite o de personagens portuguesas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> exalta a for\u00e7a do cen\u00e1rio natural brasileiro e considera o do portugu\u00eas inexpressivo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> mostra o poder envolvente da m\u00fasica brasileira, que cala o fado portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> destaca o sentimentalismo brasileiro, contr\u00e1rio a tristeza dos portugueses.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> atribui aos brasileiros uma habilidade maior com instrumentos musicais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quest\u00e3o 20- (UFPR 2016)<\/strong> A respeito do narrador do romance Bom-Crioulo, de Adolfo Caminha, assinale a alternativa correta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a)<\/strong> O narrador naturalista descreve com objetividade e riqueza de detalhes o cen\u00e1rio em que se ambienta o romance, como se observa neste trecho: \u201cA lua, surgindo lenta e lenta, cor de fogo, a princ\u00edpio, depois fria e opalescente, misto de n\u00e9voa e luz, alma e solid\u00e3o, melancolizava o largo cen\u00e1rio das ondas, derramando sobre o mar essa luz meiga, essa luz ideal que penetra o cora\u00e7\u00e3o do marinheiro, comunicando-lhe uma saudade infinita dos que navegam\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b)<\/strong> O narrador descreve com min\u00facia o pensamento das personagens, desvendando seu refinado sistema de valores culturais, como se observa neste trecho: \u201cEstimava Bom-Crioulo desde o dia em que ele, desinteressadamente, por um acaso providencial, livrou-a de morrer na ponta de uma faca, hist\u00f3ria de ladr\u00f5es&#8230; [&#8230;]\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c)<\/strong> O narrador evidencia a percep\u00e7\u00e3o sofisticada de Amaro, que fica n\u00edtida nas refer\u00eancias do marinheiro \u00e0 cultura grega: \u201cAleixo surgia-lhe agora em plena e exuberante nudez, muito alvo, as formas roli\u00e7as de calip\u00edgio ressaltando na meia sombra voluptuosa do aposento, na penumbra acariciadora daquele ignorado e impudico santu\u00e1rio de paix\u00f5es inconfess\u00e1veis&#8230; Belo modelo de efebo que a Gr\u00e9cia de V\u00eanus talvez imortalizasse em estrofes de ouro l\u00edmpido e est\u00e1tuas duma escultura sensual e pujante\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d)<\/strong> O narrador deixa pistas da vingan\u00e7a planejada por Amaro contra Aleixo, como se pode perceber nas refer\u00eancias intertextuais a Otelo, o cl\u00e1ssico do ci\u00fame, lido pelo marinheiro nos seus momentos de \u00f3cio: \u201cAleixo era seu, pertencia-lhe de direito, como uma coisa inviol\u00e1vel. Da\u00ed tamb\u00e9m o \u00f3dio ao grumete, um \u00f3dio surdo, mastigado, brutal como as c\u00f3leras de Otelo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>e)<\/strong> O narrador interpreta o conflito vivido pelo ex-escravo, justapondo uma percep\u00e7\u00e3o animalizante ao lado de outra, constru\u00edda por meio de compara\u00e7\u00f5es art\u00edsticas: \u201cDentro do negro rugiam desejos de touro ao pressentir a f\u00eamea&#8230; Todo ele vibrava, demorando-se na idolatria pag\u00e3 daquela nudez sensual como um fetiche diante de um s\u00edmbolo de ouro ou como um artista diante duma obra-prima\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Parab\u00e9ns,<\/strong> voc\u00ea fez todos os exerc\u00edcios sobre o naturalismo. Confira agora o Gabarito:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"gabarito-dos-exerc\u00edcios-de-naturalismo\">Gabarito dos Exerc\u00edcios sobre Naturalismo<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 1 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>b)<\/strong> coletivo sobrep\u00f5e-se ao individual.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 2 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>b)<\/strong> pelas for\u00e7as at\u00e1vicas e\/ou sociais que condicionam a conduta dessas criaturas.&nbsp; <strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 3 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>b)<\/strong> Idealiza\u00e7\u00e3o da natureza.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 4 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>b)<\/strong> apenas I e III.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 5 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>e)<\/strong> estabelece um nexo de causa e efeito entre alguns fatores sociol\u00f3gicos e biol\u00f3gicos e a conduta das personagens.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 6 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>d)<\/strong> Tem como objetivo maior aprofundar a dimens\u00e3o psicol\u00f3gica das personagens.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 7 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>a) <\/strong>relaciona a posi\u00e7\u00e3o social a padr\u00f5es de comportamento e \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 8 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>a)<\/strong> O Naturalismo, por seus princ\u00edpios cient\u00edficos, considerava as narrativas liter\u00e1rias exemplos de demonstra\u00e7\u00e3o de teses e ideias sobre a sociedade e o homem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 9 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong><strong>d) <\/strong><\/strong>II, III e IV.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 10 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>d)<\/strong> na descri\u00e7\u00e3o do ser humano sob a \u00f3tica do er\u00f3tico e animalesco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 11 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>c)<\/strong> Em O Corti\u00e7o, Alu\u00edsio Azevedo exprime um conceito naturalista da vida e, ao idealizar seus personagens, integra-os a elementos de uma natureza convencional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 12 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>b)<\/strong> necessidade de autodefini\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 13 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>c)<\/strong> focaliza\u00e7\u00e3o dos processos de sele\u00e7\u00e3o natural como principal for\u00e7a direcionadora do processo evolutivo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 14 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>a)<\/strong> Subordina as marcas subjetivas de suas personagens \u00e0s influ\u00eancias diretas do meio e da ra\u00e7a a que pertencem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 15 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>c)<\/strong> O destino das personagens est\u00e1 subordinado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de ra\u00e7a, meio e momento hist\u00f3rico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 16 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>d)<\/strong> O meio social \u00e9 preponderante, visto que sua influ\u00eancia \u00e9 decisiva na conduta e na forma\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter das personagens, haja vista a lasc\u00edvia que domina o protagonista da obra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 17 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>b)<\/strong> Naturalismo. Alu\u00edsio Azevedo, O Corti\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 18 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>a)<\/strong> miscigena\u00e7\u00e3o racial desqualificava o indiv\u00edduo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 19 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>c)<\/strong> mostra o poder envolvente da m\u00fasica brasileira, que cala o fado portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exerc\u00edcio resolvido da quest\u00e3o 20 &#8211;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alternativa correta: <strong>e)<\/strong> O narrador interpreta o conflito vivido pelo ex-escravo, justapondo uma percep\u00e7\u00e3o animalizante ao lado de outra, constru\u00edda por meio de compara\u00e7\u00f5es art\u00edsticas: \u201cDentro do negro rugiam desejos de touro ao pressentir a f\u00eamea&#8230; Todo ele vibrava, demorando-se na idolatria pag\u00e3 daquela nudez sensual como um fetiche diante de um s\u00edmbolo de ouro ou como um artista diante duma obra-prima\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Estude para o Enem com o <a href=\"https:\/\/beduka.com\/simulado\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simulado Enem Beduka.<\/a> <strong>\u00c9 gratuito!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gostou dos nossos exerc\u00edcios sobre naturalismo? <\/strong>Compartilhe com os seus amigos e comente abaixo sobre as \u00e1reas que voc\u00ea deseja mais explica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Queremos te ajudar a encontrar a FACULDADE IDEAL! <\/strong>Logo abaixo, fa\u00e7a uma pesquisa por curso e cidade que te mostraremos todas as faculdades que podem te atender.<strong> <\/strong>Informamos a nota de corte, valor de mensalidade, nota do MEC, avalia\u00e7\u00e3o dos alunos, modalidades de ensino e muito mais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aqui voc\u00ea ver\u00e1 um Resumo com Exerc\u00edcios sobre Naturalismo que lhe ajudar\u00e3o a entender de uma vez esse movimento 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