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Os 10 melhores exercícios sobre níveis de linguagem com o Gabarito!

Os 10 melhores ecxercícios sobre níveis de linguagem + gabarito e resumo!Os 10 melhores exercícios sobre níveis de linguagem + gabarito e resumo!

A língua é a forma com que nos expressamos e, dependendo do contexto, conteúdo e pessoa com que falamos, devemos adequá-la a um dos 5 níveis de linguagem! Leia o resumo com as características e exemplos de cada nível. Ao final, resolva os exercícios sobre níveis de linguagem!

Quer seguir diretamente para alguma parte? Clique em um dos tópicos abaixo:

Quando você terminar as questões de níveis de linguagem, coloque em prática todo seu conhecimento com O Melhor Simulado Enem do Brasil!

O que é Linguagem?

A Linguagem é definida como qualquer forma com que nos expressamos e nos comunicamos. Por isso, existem tipos de linguagem: 

  • Não verbal: imagens, pinturas, mímicas, expressões, fotos, roupas, cinema mudo, etc.
  • Verbal: transmitir mensagens faladas ou escritas, acontece pelo uso da palavra.

A Língua é o meio pelo qual se comunica verbalmente, ou seja, ela é um conjunto de símbolos e códigos organizados pelo homem. Por sua vez, a língua também pode ser divida em dois tipos:

  • Oral: são as mensagens que passamos através da fala ou sons.
  • Escrita: mensagens expressadas pelas letras e inscrições.

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Quais são os 5 níveis de linguagem?

Independente de qual tipo de linguagem estamos lidando, essas formas costumam ser classificadas em níveis de linguagem. 

Essas categorias levam em conta o contexto em que alguém se expressa, o conteúdo, com quem está falando e como irá fazê-lo.

Em outras palavras, serve para entendermos e adequarmos os tipos de linguagem às diversas situações da vida.

Em resumo, há 5 níveis de linguagem:

  • Nível 1: Norma culta / padrão;
  • Nível 2: Linguagem coloquial / informal / popular;
  • Nível 3: Linguagem regional / regionalismo;
  • Nível 4: Gírias;
  • Nível 5: Linguagem vulgar.

Você sabe qual é a definição, a situação e como usar cada um deles? Vamos ver:

Nível 1 – Norma culta / norma padrão

Como dissemos, a língua é um conjunto de símbolos e códigos para nos expressarmos verbalmente. A norma culta é a base da língua, o que há de comum e que une e sustenta os falantes. Então, possui sua estrutura e regras próprias para funcionar. 

Por que? Para que seja universal.

Isso significa que, onde quer que estejamos, sempre haverá um jeito padrão de se comportar. Assim, independente da cultura ou localidade, se alguém for ensinado a usar a língua culta, poderá se comunicar com qualquer pessoa de qualquer região.

Esse é o nível da Língua Portuguesa em que aprendemos sobre a gramática (conjunto de regras). É aí que vemos:

  • Sintaxe: relação que os termos da frase têm, exercendo influência um sobre o outro.
  • Morfologia: a estrutura, a forma e a categoria de cada palavra.
  • Fonética: modo como pronunciamos as palavras e os símbolos.
  • Léxico: o nosso vocabulário e todo o repertório que vamos adquirindo na vida.
  • Semântica: estudo do sentido das palavras e da interpretação das sentenças.

Usamos esse nível nas situações formais (como documentos e reuniões).

Ela deveria ser ensinada a todos nas escolas, para que todos possam ser incluídos e saibam se comunicar uns com os outros. Isso porque os outros níveis de linguagem são aprendidos espontaneamente e são particulares de cada local ou grupo social.

Infelizmente, o ensino da norma culta na educação pública tem sido precário. Como consequência, saber falar neste nível de linguagem se tornou um sinônimo de distinção entre as pessoas, mas a intenção era justamente o contrário…

Por fim, é bom saber que as “palavras difíceis” e os arcaísmos (formas antigas) são parte da língua formal, mas ela não se resume a isso. Podemos escrever coisas na norma culta usando palavras comuns!

Nível 2 – Linguagem coloquial / informal / popular

A linguagem coloquial ou informal é aquela que usamos de forma mais espontânea e no dia a dia. Ela não segue, com muito rigor, todas as regras da gramática, pois está mais preocupada com a função da linguagem do que com a forma. 

O intuito é facilitar a transmissão da mensagem, sem os excessos da formalidade e sem deixar de lado algumas regras básicas que organizam a informação.

Nível 3 – Linguagem regional / regionalismo

Os regionalismos são o conjunto de palavras relacionadas à cultura e ao local dos falantes. Também costumam ser chamados de dialetos e interferem principalmente no léxico.

Existem inúmeras variações, sendo que elas são mais comuns nas falas ou obras literárias. As regiões do Brasil, por exemplo, são famosas por apresentarem suas próprias palavras! Quem nunca ouviu um “bah tchê”, um “uai sô” ou um “oxente”?!

É importante destacar que também existe uma linguagem formal e outra informal dentro do vocabulário regional. Então, não são sempre sinônimos de coloquialidade. Porém, não se deve usar o dialeto nas situações formais que estão fora do seu contexto cultural:

Já imaginou se todos os brasileiros usassem seu dialeto, ainda que fossem palavras formais, na redação do Enem? O corretor de outra cultura poderia não entender… 

Por isso, a norma padrão é sempre usada em qualquer situação formal que envolva mais de uma região! Tirando isso, os regionalismos são sempre bem-vindos, principalmente porque fazem parte da identidade de um povo!

Nível 4 – Gírias

A gíria é como uma subdivisão da linguagem coloquial, caracterizada por resignificar palavras ou inventar outras no dia a dia.

Elas não estão associadas à cultura de uma região. São inventadas aos montes, espontaneamente e podendo ocorrer nacionalmente. Tem mais a ver com grupos sociais que usam certas palavras com mais intensidade e frequência.

Elas são tão dinâmicas que, de geração em geração, podem ser trocadas por outras palavras e continuar se referindo a mesma coisa! 

Veja só:

Na década de 80, quando alguém queria se referia a uma pessoa bonita que avistasse, se dizia “nossa, que pão”. Nos anos 90, foi trocado por “nossa, que filé”. Nos anos 2000, já se dizia “nossa, que avião” e hoje há inúmeras outras palavras!

  • Lembre-se de tomar cuidado com as gírias como “tipo” e “aí”, pois costumam virar  vícios de linguagem!

Nível 5 – Linguagem vulgar

A linguagem vulgar é o exato oposto da norma culta / padrão. Aqui, há o distanciamento máximo do primeiro nível de linguagem, pois não se trata de inventar ou ressignificar palavras, mas de desobedecer às regras gramaticais.

O mais interessante é que, mesmo de maneira rudimentar, os falantes desse mesmo nível e os demais (com um pouco de abstração) conseguem compreender a mensagem principal. 

Aqui também há muitos vícios de linguagem, como “Nóis vai”, “Pra mim ir” e“Vamo ir”. 

É importante lembrar que não se deve desrespeitar ou agir de forma preconceituosa com quem fala assim. Nem todas as pessoas tiveram instrução suficiente para conhecer a norma culta ou, às vezes, o próprio contexto dispensa a formalidade.

Os 10 exercícios sobre níveis de linguagem!

Esperamos que, com esse resumo, tudo tenha ficado mais claro para você.

Obrigado por ter lido até aqui!

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Questão 1- (PUC-SP-2005) 

Nas orações a seguir, as expressões coloquiais sublinhadas podem ser substituídas por

sinônimas.

I.“… e beijava tudo que era mulher que passasse dando

sopa.”

II.“… que o Papa de araque…”

III.“… numa homenagem também aos salgueirenses que, no Carnaval de 1967, entraram pelo cano.”

Indique que opção equivale, do ponto de vista do sentido, a essas expressões:

a) descuidando, falso, deram-se mal.

b) reclamando, falso, obstruíram-se.

c) descuidando, esperto, saíram-se vitoriosos.

d) reclamando, falso, deram-se mal.

e) descuidando, esperto, obstruíram-se.

Questão 2- (ENEM-2001) 

Murilo Mendes, em um de seus poemas, dialoga com a carta de Pero Vaz de Caminha:

“A terra é mui graciosa,

Tão fértil eu nunca vi.

A gente vai passear,

No chão espeta um caniço,

No dia seguinte nasce

Bengala de castão de oiro.

Tem goiabas, melancias,

Banana que nem chuchu.

Quanto aos bichos, tem-nos muito

De plumagens mui vistosas.

Tem macaco até demais

Diamantes tem à vontade

Esmeralda é para os trouxas.

Reforçai, Senhor, a arca,

Cruzados não faltarão,

Vossa perna encanareis,

Salvo o devido respeito.

Ficarei muito saudoso

Se for embora daqui”.

(MENDES, Murilo. Murilo Mendes – poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.)

Arcaísmos e termos coloquiais misturam-se nesse poema, criando um efeito de contraste, como ocorre em:

a) A terra é mui graciosa / Tem macaco até demais.

b) Salvo o devido respeito / Reforçai, Senhor, a arca.

c) A gente vai passear / Ficarei muito saudoso.

d) De plumagens mui vistosas / Bengala de castão de oiro.

e) No chão espeta um caniço / Diamantes tem à vontade.

  • Você já fez 20% das questões de níveis de linguagem. Continue assim!

Questão 3- (Fuvest-2002) 

As aspas marcam o uso de uma palavra ou expressão de variedade lingüística diversa da que foi usada no restante da frase em:

a) Essa visão desemboca na busca ilimitada do lucro, na apologia do empresário privado como o “grande herói” contemporâneo.

b) Pude ver a obra de Machado de Assis de vários ângulos, sem participar de nenhuma visão “oficialesca”.

c) Nas recentes discussões sobre os “fundamentos” da economia brasileira, o governo deu ênfase ao equilíbrio fiscal.

d) O prêmio Darwin, que “homenageia” mortes estúpidas, foi instituído em 1993.

e) Em fazendas de Minas e Santa Catarina, quem aprecia o campo pode curtir o frio, ouvindo “causos” à beira da fogueira.

Questão 4- (Enem Cancelado-2009)

A escrita é uma das formas de expressão que as pessoas utilizam para comunicar algo e tem várias finalidades: informar, entreter, convencer, divulgar, descrever. Assim, o conhecimento acerca das variedades linguísticas sociais, regionais e de registro torna-se necessário para que se use a língua nas mais diversas situações comunicativas.

Considerando as informações acima, imagine que você está à procura de um emprego e encontrou duas empresas que precisam de novos funcionários. Uma delas exige uma carta de solicitação de emprego. Ao redigi-la, você:

a) fará uso da linguagem metafórica.

b) apresentará elementos não verbais.

c) utilizará o registro informal.

d) evidenciará a norma padrão.

e) fará uso de gírias.

Questão 5- (SEPLAG – Polícia Militar/MG-2012 – Assistente administrativo)

− Ã-hã, quer entrar, pode entrar… Mecê sabia que eu moro aqui? Como é que sabia? Hum, hum…Cavalo seu é esse só? Ixe! Cavalo tá manco, aguado. Presta mais não.

(ROSA, João Guimarães. Estas estórias: Meu tio o Iauaretê. Rio de Janeiro: José Olympio, 1969, p.126)

Observando-se a variedade linguística de que se vale o falante do trecho acima, percebe-se uso de:

a) linguagem marcada por construções sintáticas complexas e inapropriadas para o contexto, responsáveis por truncar a comunicação e dificultar o entendimento.

b) linguagem formal, utilizada pelas pessoas que dominam o nível culto da linguagem, sendo, portanto, adequada à situação em que o falante se encontra.

c) gírias e interjeições, como ixe e aguado, prioritariamente utilizadas entre os jovens, sendo assim, incompatíveis com a situação em que o falante se encontra.

d) coloquialismos e linguagem informal, como mecê e tá, apropriados para a situação de informalidade em que o falante se encontra.

  • Nossa! Você já fez metade das questões sobre níveis de linguagem. Vamos lá!

Questão 6- (ENEM-2007) 

Antigamente

Acontecia o indivíduo apanhar constipação; ficando perrengue, mandava o próprio chamar o doutor e, depois, ir à botica para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas fedorentas. Doença nefasta era a phtísica, feia era o gálico. Antigamente, os sobrados tinham assombrações, os meninos, lombrigas (…).

Carlos Drummond de Andrade. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Companhia José Aguilar, p. 1.184.

O texto acima está escrito em linguagem de uma época passada. Observe uma outra versão, em linguagem atual.

Antigamente

Acontecia o indivíduo apanhar um resfriado; ficando mal, mandava o próprio chamar o doutor e, depois, ir à farmácia para aviar a receita, de cápsulas ou pílulas fedorentas. Doença nefasta era a tuberculose, feia era a sífilis. Antigamente, os sobrados tinham assombrações, os meninos, vermes (…)

Comparando-se esses dois textos, verifica-se que, na segunda versão, houve mudanças relativas a:

a) vocabulário.

b) construções sintáticas.

c) pontuação.

d) fonética.

e) regência verbal.

Questão 7- (FUNRIO – Ministério da Justiça – 2009 – Analista técnico administrativo)

Reunião sobre clima termina com racha

A penúltima reunião de negociação antes da conferência do clima de Copenhague terminou ontem em Bancoc, Tailândia, com duas promessas: uma dos países desenvolvidos, de que vão acabar com o Protocolo de Kyoto em favor de um acordo do clima único para ricos e pobres. A outra, dos países em desenvolvimento, de que não deixarão isso acontecer. “O Grupo da África se opõe à substituição do Protocolo de Kyoto por quaisquer outros acordos. Vou repetir: o Grupo da África se opõe à substituição do Protocolo de Kyoto por quaisquer outros acordos”, declarou o representante da Argélia numa das plenárias finais do encontro, ontem de manhã. Foi apoiado por todo o G7, o grupo dos países em desenvolvimento, que o Brasil integra.

O título da notícia jornalística “Reunião sobre clima termina com racha” apresenta marca de variação linguística própria

a) da expressão retórica no nível lexical.

b) do registro informal no nível semântico.

c) do estilo jornalístico no nível sintático.

d) da fala popular no nível mórfico.

e) do texto formal, no nível fonético.

Questão 8- (Fuvest-2003) 

Entre as mensagens abaixo, a única que está de acordo com a norma escrita culta é:

a) Confira as receitas incríveis preparadas para você. Clica aqui!

b) Mostra que você tem bom coração. Contribua para a campanha do agasalho!

c) Cura-te a ti mesmo e seja feliz!

d) Não subestime o consumidor. Venda produtos de boa procedência.

e) Em caso de acidente, não siga viagem. Pede o apoio de um policial.

  • Ufa! Agora só faltam mais dois exercícios sobre níveis de linguagem!

Questão 9- (FGV-2001)

fgv 2009 Nos tres primeiros quadrinhos, a linguagem utilizada e mais formal e, no ultimo, mais informal

Nos três primeiros quadrinhos, a linguagem utilizada é mais formal e, no último, mais informal.

Assinale a alternativa que traga, primeiro, uma marca da formalidade e, depois, uma marca da informalidade presentes nos quadrinhos.

a) Vilania; vosso.

b) Vós; você.

c) Estou; você.

d) Tenhais; segui.

e) Notícias; falem.

Questão 10- (ENEM-2012)

Cabeludinho

Quando a Vó me recebeu nas férias, ela me apresentou aos amigos: Este é meu neto. Ele foi estudar no Rio e voltou de ateu. Ela disse que eu voltei de ateu. Aquela preposição deslocada me fantasiava de ateu. Como quem dissesse no Carnaval: aquele menino está fantasiado de palhaço. Minha avó entendia de regências verbais. Ela falava de sério. Mas todo-mundo riu. Porque aquela preposição deslocada podia fazer de uma informação um chiste. E fez. E mais: eu acho que buscar a beleza nas palavras é uma solenidade de amor. E pode ser instrumento de rir. De outra feita, no meio da pelada um menino gritou: Disilimina esse, Cabeludinho. Eu não disiliminei ninguém. Mas aquele verbo novo trouxe um perfume de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias a brincar de palavras mais do que trabalhar com elas. Comecei a não gostar de palavra engavetada. Aquela que não pode mudar de lugar. Aprendi a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam. Por depois ouvi um vaqueiro a cantar com saudade: Ai morena, não me escreve / que eu não sei a ler. Aquele a preposto ao verbo ler, ao meu ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro.

BARROS, M. Memórias inventadas: a infância. São Paulo: Planeta, 2003.

No texto, o autor desenvolve uma reflexão sobre diferentes possibilidades de uso da língua e sobre os sentidos que esses usos podem produzir, a exemplo das expressões “voltou de ateu”, “disilimina esse” e “eu não sei a ler”. Com essa reflexão, o autor destaca

a) os desvios linguísticos cometidos pelos personagens do texto.

b) a importância de certos fenômenos gramaticais para o conhecimento da língua portuguesa.

c) a distinção clara entre a norma culta e as outras variedades linguísticas.

d) o relato fiel de episódios vividos por Cabeludinho durante as suas férias.

e) a valorização da dimensão lúdica e poética presente nos usos coloquiais da linguagem.

  • Parabéns, você fez todos os exercícios de níveis de linguagem. Confira agora o Gabarito:

Gabarito das questões sobre níveis de linguagem

Exercício resolvido da questão 1 –

Alternativa correta: a) descuidando, falso, deram-se mal.

Exercício resolvido da questão 2 –

Alternativa correta: a) A terra é mui graciosa / Tem macaco até demais.

Exercício resolvido da questão 3 –

Alternativa correta: a) Essa visão desemboca na busca ilimitada do lucro, na apologia do empresário privado como o “grande herói” contemporâneo.

Exercício resolvido da questão 4 –

Alternativa correta: d) evidenciará a norma padrão.

Exercício resolvido da questão 5 –

Alternativa correta: d) coloquialismos e linguagem informal, como mecê e tá, apropriados para a situação de informalidade em que o falante se encontra.

Exercício resolvido da questão 6 –

Alternativa correta: a) vocabulário.

Exercício resolvido da questão 7 –

Alternativa correta: b) do registro informal no nível semântico.

Exercício resolvido da questão 8 –

Alternativa correta: d) Não subestime o consumidor. Venda produtos de boa procedência.

Exercício resolvido da questão 9 –

Alternativa correta: b) Vós; você.

Exercício resolvido da questão 10 –

Alternativa correta: e) a valorização da dimensão lúdica e poética presente nos usos coloquiais da linguagem.

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