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Exercícios sobre Tipos Textuais

Exercícios sobre Tipos TextuaisExercícios sobre Tipos Textuais

Os tipos de textos são divididos de acordo com a estrutura, objetivo e finalidade. A tipologia textual é separada em texto narrativo, descritivo, dissertativo, expositivo e injuntivo. Leia o resumo e faça os exercícios sobre tipos textuais.

A prova do ENEM costuma cobrar os tipos textuais no caderno de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Além disso, a redação sempre cobra o tipo textual dissertativo. Por isso, revise a matéria e teste os seus conhecimentos com os exercícios sobre tipos textuais.

Nesse resumo vamos abordar quais são os tipos textuais e as suas principais características.

  • Texto Narrativo;
  • Texto Descritivo;
  • Texto Expositivo;
  • Texto Injuntivo;
  • Texto Dissertativo.

Texto Narrativo

Exercícios sobre Tipos Textuais

A principal característica desse texto é a presença de um enredo, no qual se desenvolvem as ações dos personagens, marcadas por tempo e espaço. Além disso, possui a presença de um narrador (responsável por apresentar a trama), personagens (podem ser principais ou secundários), tempo (psicológico ou cronológico) e espaço (local em que a história se desenvolve).

A estrutura do texto narrativo é composta por apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.

Veja nosso artigo detalhado sobre os elementos de um texto narrativo.

Texto Descritivo

Esse tipo textual mostra aspectos, características e detalhes do que está exposto. O texto descritivo, como o próprio nome diz, descreve um objeto, lugar, pessoa ou fato. Assim, podem ser utilizados adjetivos, verbos de ligações, metáforas e comparações.

Descrição Subjetiva

“Ficara sentada à mesa a ler o Diário de Notícias, no seu roupão de manhã de fazenda preta, bordado a sutache, com largos botões de madrepérola; o cabelo louro um pouco desmanchado, com um tom seco do calor do travesseiro, enrolava-se, torcido no alto da cabeça pequenina, de perfil bonito; a sua pele tinha a brancura tenra e láctea das louras; com o cotovelo encostado à mesa acariciava a orelha, e, no movimento lento e suave dos seus dedos, dois anéis de rubis miudinhos davam cintilações escarlates.”

(O Primo Basílio, Eça de Queiroz)

Descrição Objetiva

“A vítima, Solange dos Santos (22 anos), moradora da cidade de Marília, era magra, alta (1,75), cabelos pretos e curtos; nariz fino e rosto ligeiramente alongado.”

Texto Expositivo

Texto-Expositivo -Exercícios sobre Tipos Textuais

A exposição do tema é realizada por meio de recursos como conceituação, definição, descrição, comparação, informação e enumeração.

Os textos expositivos podem ser uma palestra, seminário ou até mesmo uma entrevista, sendo que o principal objetivo desse tipo textual é explanar, discutir, explicar sobre o tema ou assunto tratado.

A defesa de opinião, a argumentação e a exposição de informações são comuns em textos expositivos e podem ocorrer quando o emissor defende ou critica algo.

Texto Injuntivo

Texto-injuntivo Exercícios sobre Tipos Textuais

O texto injuntivo é também chamado de texto instrucional. Ele se relaciona com a explicação e com o método para concluir e realizar algo. Como por exemplo, as receitas culinárias, as bulas instrutivas de remédios, o manual de instruções e propagandas.

A utilização dos verbos no modo imperativo, como “misture, tome, pegue, aperte” – de modo a indicar uma “ordem” – são comuns nesse tipo textual, principalmente por instruírem algo.

Texto Dissertativo

Texto-dissertativo Exercícios sobre Tipos Textuais

Por fim, o texto dissertativo procura fazer a defesa de uma ideia, por meio da argumentação e do desenvolvimento de um tema. Um exemplo desse tipo de texto é a redação cobrada pelo ENEM.

A estrutura do texto pode ser organizada em três momentos: introdução, desenvolvimento e conclusão.

A introdução deve conter a ideia, tema, assunto principal. O desenvolvimento deve desmembrar a sua ideia por meio de argumentos contra ou a favor do que foi exposto. Na conclusão, deve ser construída uma nova ideia para concluir a fundamentação.

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Agora faça os exercícios sobre Tipos Textuais e confira as respostas no gabarito.

Exercícios sobre Tipos Textuais

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1 – (Universidade Estácio de Sá – RJ) Preencha os parênteses com os números correspondentes; em seguida, assinale a alternativa que indica a correspondência correta.

  1. Narrar
  2. Argumentar
  3. Expor
  4. Descrever
  5. Prescrever

(    ) Ato próprio de textos em que há a presença de conselhos e indicações de como realizar ações, com emprego abundante de verbos no modo imperativo.
(    ) Ato próprio de textos em que há a apresentação de ideias sobre determinado assunto, assim como explicações, avaliações e reflexões. Faz-se uso de linguagem clara, objetiva e impessoal.
(    ) Ato próprio de textos em que se conta um fato, fictício ou não, acontecido num determinado espaço e tempo, envolvendo personagens e ações. A temporalidade é fator importante nesse tipo de texto.
(    ) Ato próprio de textos em que retrata, de forma objetiva ou subjetiva, um lugar, uma pessoa, um objeto etc., com abundância do uso de adjetivos. Não há relação de temporalidade.
(    ) Ato próprio de textos em que há posicionamentos e exposição de ideias, cuja preocupação é a defesa de um ponto de vista. Sua estrutura básica é: apresentação de ideia principal, argumentos e conclusão.

a) 3, 5, 1, 2, 4

b) 5, 3, 1, 4, 2

c) 4, 2, 3, 1, 5

d) 5, 3, 4, 1, 2

e) 2, 3, 1, 4, 5

2 – (FUNCAB) – 

Internet e a importância da imprensa

Este artigo não é sobre a pornografia no mundo virtual nem tampouco sobre os riscos de as redes sociais empobrecerem o relacionamento humano. Trata de um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.

É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.

E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.

O risco está em que é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.

Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim…

A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.

Evidencia-se, aqui, um ponto importante. A internet não substitui a imprensa. Pelo contrário, esse fenômeno dos novos guetos põe em destaque o papel da imprensa no jogo democrático. Ao selecionar o que se publica, ela acaba sendo um importante moderador do debate público. Aquilo que muitos poderiam ver como uma limitação é o que torna possível o diálogo, ao criar um espaço de discussão num contexto de civilidade democrática, no qual o outro lado também é ouvido.

A racionalidade não dialogada é estreita, já que todos nós temos muitos condicionantes, que configuram o nosso modo de ver o mundo. Sozinhos, nunca somos totalmente isentos, temos sempre um determinado viés. Numa época de incertezas sobre o futuro da mídia, aí está um dos grandes diferenciais de um jornal em relação ao que simplesmente é publicado na rede.

Imprensa e internet não são mundos paralelos: comunicam-se mutuamente, o que é benéfico a todos. No entanto, seria um empobrecimento democrático para um país se a primeira página de um jornal fosse simplesmente o reflexo da audiência virtual da noite anterior. Nunca foi tão necessária uma ponderação serena e coletiva do que será manchete no dia seguinte.

O perigo da internet não está propriamente nela. O risco é considerarmos que, pelo seu sucesso, todos os outros âmbitos devam seguir a sua mesma lógica, predominantemente quantitativa. O mundo contemporâneo, cada vez mais intensamente marcado pelo virtual, necessita também de outros olhares, de outras cores. A internet, mesmo sendo plural, não tem por que se tornar um monopólio. 

 (CAVALCANTI, N. da Rocha. Jornal “O Estado de S. Paulo”, 12/05/14, com adaptações.)

Pelas características da organização do discurso, a respeito do texto pode-se afirmar que se trata de uma:

a) dissertação de caráter expositivo, pois explica, reflete e avalia ideias de modo objetivo, com intenção de informar ou esclarecer.

b) narração, por reportar-se a fatos ocorridos em determinado tempo e lugar, envolvendo personagens, numa relação temporal de anterioridade e posterioridade.

c) dissertação de caráter argumentativo, pois faz a defesa de uma tese com base em argumentos, numa progressão lógica de ideias, com o objetivo de persuasão.

d) descrição, por retratar uma realidade do mundo objetivo a partir de caracterizações, pelo uso expressivo de adjetivos.

e) expressão injuntiva, por indicar como realizar uma ação, utilizando linguagem simples e objetiva, com verbos no modo imperativo.

3 – (ENEM 2012)

E como manejava bem os cordéis de seus títeres, ou ele mesmo, títere voluntário e consciente, como entregava o braço, as pernas, a cabeça, o tronco, como se desfazia de suas articulações e de seus reflexos quando achava nisso conveniência. Também ele soubera apoderar-se dessa arte, mais artifício, toda feita de sutilezas e grosserias, de expectativa e oportunidade, de insolência e submissão, de silêncios e rompantes, de anulação e prepotência. Conhecia a palavra exata para o momento preciso, a frase picante ou obscena no ambiente adequado, o tom humilde diante do superior útil, o grosseiro diante do inferior, o arrogante quando o poderoso em nada o podia prejudicar. Sabia desfazer situações equívocas, e armar intrigas das quais se saía sempre bem, e sabia, por experiência própria, que a fortuna se ganha com uma frase, num dado momento, que este momento único, irrecuperável, irreversível, exige um estado de alerta para a sua apropriação.

RAWET, S. O aprendizado. In: Diálogo. Rio de Janeiro: GRD, 1963 (fragmento).

No conto, o autor retrata criticamente a habilidade do personagem no manejo de discursos diferentes segundo a posição do interlocutor na sociedade. A crítica à conduta do personagem está centrada:

a) na imagem do títere ou fantoche em que o personagem acaba por se transformar, acreditando dominar os jogos de poder na linguagem.

b) na alusão à falta de articulações e reflexos do personagem, dando a entender que ele não possui o manejo dos jogos discursivos em todas as situações.

c) no comentário, feito em tom de censura pelo autor, sobre as frases obscenas que o personagem emite em determinados ambientes sociais.

d) nas expressões que mostram tons opostos nos discursos empregados aleatoriamente pelo personagem em conversas com interlocutores variados.

e) no falso elogio à originalidade atribuída a esse personagem, responsável por seu sucesso no aprendizado das regras de linguagem da sociedade.

4 – (UFRGS)Considere as alternativas abaixo sobre o gênero crônica:

I. A neutralidade e a isenção do cronista são fatores preponderantes para a realização de uma boa crônica.

II. A crônica é escrita para durar pouco; daí advém o seu caráter efêmero e datado, bem como o interesse muitas vezes momentâneo.

III. Rubem Braga, ao contrário de Carlos Drummond de Andrade e Fernando Sabino, concentrou sua obra na crônica.

Qual(is) está(ão) correta(s)?

a) Apenas I.

b) Apenas II.

c) Apenas I e II.

d) Apenas II e III.

e) I, II e III.

5 – (MACKENZIE) “É comum, no Brasil, a prática de tortura contra presos. A tortura é imoral e constitui crime. 

Embora não exista ainda nas leis penais a definição do ‘crime de tortura’, torturar um preso ou detido é abuso de autoridade somado à agressão e lesões corporais, podendo qualificar-se como homicídio, quando a vítima da tortura vem a morrer. Como tem sido denunciado com grande frequência, policiais incompetentes, incapazes de realizar uma investigação séria, usam a tortura para obrigar o preso a confessar um crime. Além de ser um procedimento covarde, que ofende a dignidade humana, essa prática é legalmente condenada. A confissão obtida mediante tortura não tem valor legal e o torturador comete crime, ficando sujeito a severas punições.” (Dalmo de Abreu Dallan)

Pode-se afirmar que esse trecho é uma dissertação:

a) que apresenta, em todos os períodos, personagens individualizadas, movimentando-se num espaço e num tempo terríveis, denunciados pelo narrador, bem como a predominância de orações 

subordinadas, que expressam sequência dos acontecimentos;

b) que apresenta, em todos os períodos, substantivos abstratos, que representam as ideias discutidas, bem como a predominância de orações subordinadas, que expressam o encadeamento lógico da denúncia;

c) que apresenta uma organização temporal em função do pretérito, jogando os acontecimentos 

denunciados para longe do momento em que fala, bem como a predominância de orações subordinadas, que expressam o prolongamento das ideias repudiadas;

d) que consegue fazer uma denúncia contundente, usando, entre outros recursos, a ênfase, por meio da repetição de um substantivo abstrato em todos os períodos, bem como a predominância de orações coordenadas sindéticas, que expressam o prolongamento das ideias repudiadas;

e) que consegue construir um protesto persuasivo com uma linguagem conotativa, construída sobre 

metáforas e metonímias esparsas, bem como com a predominância de orações subordinadas, próprias de uma linguagem formal, natural para esse contexto. 

6 – (PUC – SP)O trecho abaixo foi extraído da obra Memórias Sentimentais de João Miramar, de Oswald de Andrade.

66. BOTAFOGO ETC.

“Beiramarávamos em auto pelo espelho de aluguel arborizado das avenidas marinhas sem sol. Losangos tênues de ouro bandeiranacionalizavam os verdes montes interiores. No outro lado azul da baía a Serra dos Órgãos serrava. Barcos. E o passado voltava na brisa de baforadas gostosas. Rolah ia vinha derrapava em túneis.

Copacabana era um veludo arrepiado na luminosa noite varada pelas frestas da cidade.”

Didaticamente, costuma-se dizer que, em relação à sua organização, os textos podem ser compostos de descrição, narração e dissertação; no entanto, é difícil encontrar um trecho que seja

só descritivo, apenas narrativo, somente dissertativo. Levando-se em conta tal afirmação, selecione uma das alternativas abaixo para classificar o texto de Oswald de Andrade:

a) Narrativo-descritivo, com predominância do descritivo.

b) Dissertativo-descritivo, com predominância do dissertativo.

c) Descritivo-narrativo, com predominância do narrativo.

d) Descritivo-dissertativo, com predominância do dissertativo.

e) Narrativo-dissertativo, com predominância do narrativo.

7 – (ITA)

O leão

A menina conduz-me diante do leão, esquecido por um circo de passagem. Não está preso, velho e doente, em gradil de ferro. Fui solto no gramado e a tela fina de arame é escarmento ao rei dos animais. Não mais que um caco de leão: as pernas reumáticas, a juba emaranhada e sem brilho. Os olhos globulosos fecham-se cansados, sobre o focinho contei nove ou dez moscas, que ele não tinha ânimo de espantar. Das grandes narinas escorriam gotas e pensei, por um momento, que fossem lágrimas.

Observei em volta: somos todos adultos, sem contar a menina. Apenas para nós o leão conserva o seu antigo prestígio – as crianças estão em redor dos macaquinhos. Um dos presentes explica que o leão tem as pernas entrevadas, a vida inteira na minúscula jaula. Derreado, não pode sustentar-se em pé.

Chega-se um piá e, desafiando com olhar selvagem o leão, atira-lhe um punhado de cascas de amendoim. O rei sopra pelas narinas, ainda é um leão: faz estremecer as gramas a seus pés.

Um de nós protesta que deviam servir-lhe a carne em pedacinhos.

– Ele não tem dente?

– Tem sim, não vê? Não tem é força para morder.

Continua o moleque a jogar amendoim na cara devastada do leão. Ele nos olha e um brilho de compreensão nos faz baixar a cabeça: é conhecido o travo amargoso da derrota. Está velho, artrítico, não se aguenta das pernas, mas é um leão. De repente, sacudindo a juba, põe-se a mastigar capim. Ora, leão come verde! Lança-lhe o guri uma pedra: acertou no olho lacrimoso e doeu.

 O leão abriu a bocarra de dentes amarelos, não era um bocejo. Entre caretas de dor, elevou-se aos poucos nas pernas tortas. Sem sair do lugar, ficou de pé. Escancarou penosamente os beiços moles e negros, ouviu-se a rouca buzina do fordeco antigo.

 Por um instante o rugido manteve suspensos os macaquinhos e fez bater mais depressa o coração da menina. O leão soltou seis ou sete urros. Exausto, deixou-se cair de lado e fechou os olhos para sempre.

I. Embora não seja um texto predominantemente descritivo, ocorre descrição, visto que o autor representa a personagem principal através de aspectos que a individualizam.

II. Por ressaltar unicamente as condições físicas da personagem, predomina a descrição objetiva no texto, com linguagem denotativa.

III. Por ser um texto predominantemente narrativo, as demais formas – descrição e dissertação – inexistem.

Inferimos que, de acordo com o texto, pode(m) estar correta(s):

a) Todas estão corretas.

b) Apenas a I.

c) Apenas a II.

d) Apenas a III.

e) Nenhuma das afirmações.

Respostas dos Exercícios sobre Tipos Textuais

Exercício resolvido da questão 1 –

b) 5, 3, 1, 4, 2

Exercício resolvido da questão 2 –

c) dissertação de caráter argumentativo, pois faz a defesa de uma tese com base em argumentos, numa progressão lógica de ideias, com o objetivo de persuasão.

Exercício resolvido da questão 3 –

a) na imagem do títere ou fantoche em que o personagem acaba por se transformar, acreditando dominar os jogos de poder na linguagem.

Exercício resolvido da questão 4 –

d) Apenas II e III.

Exercício resolvido da questão 5 –

b) que apresenta, em todos os períodos, substantivos abstratos, que representam as ideias discutidas, bem como a predominância de orações subordinadas, que expressam o encadeamento lógico da denúncia;

Exercício resolvido da questão 6 –

a) Narrativo-descritivo, com predominância do descritivo.

Exercício resolvido da questão 7 –

b) Apenas a I.

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