Literatura

Resumo de Claro Enigma de Carlos Drummond de Andrade – Análise dos poemas

Resumo e Análise de Claro Enigma de Carlos Drummond de Andrade por poemaAnálise de Claro Enigma

Elaboramos uma análise e resumo de Claro Enigma, livro com 41 poemas de Carlos Drummond de Andrade publicado em 1951. Eles abordam transformações e sentimentos da primeira metade do séc XX. É uma das leituras obrigatórias da FUVEST, vestibular da Universidade de São Paulo (USP).

Claro Enigma não é uma narrativa, desta vez estamos diante de uma obra de literatura que é um conjunto de poesias de Carlos Drummond de Andrade. São 41 poesias e para facilitar as coisas, preparamos um resumo de Claro Enigma (1951) e também a análise das poesias.

Trata-se de uma das leituras obrigatórias do processo seletivo da Fundação Universitária para o Vestibular, FUVEST. Então pode esperar questões desse livro na prova de literatura. Confira os outros livros!

Vai fazer o ENEM? Confira as dicas de livros!

As questões podem aparecer na primeira fase (fechadas) e na segunda fase (abertas ou discursivas). Por isso, fique atento ao resumo de Claro Enigma e à análise dos poemas.

Ao final da leitura tente você mesmo fazer uma análise dos poemas de Claro Enigma!

Resumo de Claro Enigma de Carlos Drummond

Análise e resumo de Claro Enigma de Drummond - Resumo Beduka

São 6 partes, cada uma com um conjunto de poesias. Veja a análise dos poemas.

Resumo dos 6 conjuntos de poemas em Claro Enigma de Drummond

Cada conjunto trata principalmente de um tema, logo as poesias agrupadas em cada capítulo possuem um tema principal.

  • I – Entre lobo e cão (18 poemas)
  • II – Notícias amorosas (7 poemas)
  • III – O menino e os homens (4 poemas)
  • IV – Selo de minas (5 poemas)
  • V – Os lábios cerrados (6 poemas)
  • VI – A máquina do mundo (2 poemas)

Entre Lobo e Cão

Nesta parte constam 18 poemas.

Tema: Drummond tem a proposta de apontar o paradoxo entre a maldade do lobo e a bondade do cão.

Mais ainda, há uma referência ao poeta português Sá de Miranda. Segundo este poeta, ao meio dia, anda-se entre Lobo e Cão, que são duas constelações que só podem ser vistas à noite.

O que entender disso? Que alguém no meio do dia, na claridade, anda na escuridão. Drummond já não vive um período de guerra, tudo parece ser luz, mas ele em sua crise de existência se sente na escuridão.

Exemplo de Poema:

Sonetilho do Falso Fernando Pessoa

Onde nasci, morri.
Onde morri, existo.
E das peles que visto
muitas há que não vi.

Sem mim como sem ti
posso durar. Desisto
de tudo quanto é misto
e que odiei ou senti.

Nem Fausto nem Mefisto,
à deusa que se ri
deste nosso oaristo,

eis-me a dizer: assisto
além, nenhum, aqui,
mas não sou eu, nem isto.

Notícias Amorosas

Tema: São 7 poemas abordando o amor, não o romântico, mas o crucial para a vida.

Por exemplo, em seu poema “Amar”, percebemos o infinitivo do título. Isso remete a uma abordagem universalista. Ressaltamos neste resumo de Claro Enigma, que não se trata do amor preso à realidade presente.

Ainda que fale de amor, percebemos no poeta um tom de amargura. O amor é também vinculado à negatividade, ingratidão, vazio e inutilidade. Mesmo assim, segundo ele, o que nos resta é continuar a amar.

Por exemplo, o Poema Amar de Carlos Drummond de Andrade é especialmente famoso. Confira Amar, presente em Claro Enigma na íntegra e ainda veja a declamação dele:

Amar

Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho,
E uma ave de rapina.
Este o nosso destino: Amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor à procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
E na secura nossa, amar a água implícita,
E o beijo tácito, e a sede infinita.

O Menino e os Homens

São somente 4 poemas.

Tema: O papel deles é homenagear.

O menino é Drummond, que elogia os homens, que são os poetas Mário de Andrade, Manuel Bandeira e Mário Quintana. São pessoas que ele admira muito, por serem todos melhores e mais humanos que ele próprio.

Exemplo de poema desta parte de Claro Enigma:

Quintana’s Bar

As amadas do poeta, lá embaixo, na curva do rio, ordenham-se em lenta pavana, e uma a uma, gotas ácidas, desaparecem no poema. É há tantos anos, será ontem, foi amanhã? Signos criptográficos ficam gravados no céu eterno – ou na mesa de um bar abolido, enquanto debruçado sobre o mármore, silenciosamente viaja o poeta Mário Quintana. (Trecho)

Selo de Minas

Continuando o nosso resumo de Claro Enigma, chegamos à quarta parte com 4 poemas.

Tema: Ela é dedicada à terra natal de Drummond, Minas Gerais. Porém, não pense que ele falará das terras mineiras com idealismo. Na verdade, não há saudosismo, sim críticas amarguradas.

Veja mais um poema de Drummond:

Evocação Mariana

A igreja era grande e pobre. Os altares, humildes,
Havia poucas flores. Eram flores de horta.
Sob a luz fraca, na sombra esculpida
(quais as imagens e quais os fiéis?)
ficávamos. (Trecho)

Lábios Cerrados

6 poemas com a temática do silêncio, por meio dos quais ele se lembra de seus familiares. Como já são pessoas falecidas, a poesia novamente tem um tom obscuro, amargo. São familiares que já se foram, mas que Drummond ainda os tem consigo na lembrança.

Encontro

Meu pai perdi no tempo e ganho em sonho.
Se a noite me atribui poder de fuga,
sinto logo meu pai e nele ponho
o olhar, lendo-lhe a face, ruga a ruga. (Trecho)

A Máquina do Mundo

Resumo das poesias de Claro Enigma e analise de A Maquina do Mundo

Terminando o resumo de Claro Enigma (mas não a análise), chegamos na última e principal parte! São apenas 2 poemas. E um deles merece atenção especial, pois foi considerado o melhor poema brasileiro do séc XX. Justamente o nome desta sexta parte é o que dá título ao grande poema.

Tema: Existencialismo.

A inspiração veio da obra Os Lusíadas, pois é lá que Vasco da Gama se depara com a Máquina do Mundo.

Já resumimos essa obra também e explicamos a referência. Leia o resumo e análise de Os Lusíadas de Camões para entender melhor.

PDF de Claro Enigma de Drummond: Acesse a obra aqui.

Já tendo lido o resumo será mais fácil ler o livro! Com certeza, se você tem dificuldade interpretando poesias, após conhecer os temas dos grupos de poesias escritos, será mais tranquilo perceber o que o autor quis dizer.

Resumo do poema “A Máquina do Mundo” e suas intertextualidades

A Máquina do Mundo é uma criação do poeta português Luís Vaz de Camões. A expressão aparece em “Os Lusíadas”. Trata-se de uma máquina que representa o universo inteiro. Drummond a retoma. Vamos ver como!

Ele elabora um longo poema feito inteiramente em estrofes de três versos (tercetos), apresentando um eu-lírico (a voz que se manifesta na poesia) que caminha por uma estrada de Minas Gerais.

Em sua caminhada o eu-lírico se depara com a Máquina do Mundo que se abre a ele para revelar todos os segredos do universo, por fim em todas as dúvidas dizendo todas as respostas. Incrível, não?

E o que esse caminhante, figura de Drummond, fez? Ignorou a máquina e seguiu seu caminho sem ter descoberto todos os segredos da vida.

Percebeu mais alguma referência? Há intertextualidade com “A Divina Comédia” de Dante Alighieri, que também apresenta um poeta caminhando fazendo uso de tercetos. Além disso, em “O Guia do Mochileiro das Galáxias” encontramos uma máquina semelhante. Lá, ela inclusive responde qual é o segredo do universo, a resposta para todas as perguntas.

Confira o poema “A Máquina do Mundo” completo, ao final deste artigo!

Novo antropocentrismo

O poeta quer valorizar o seu ser humano. Quer somente o conhecimento obtido por meio de sua capacidade e intelecto. Drummond está numa fase cética e por isso as respostas não lhe servem muito. O mundo é Claro Enigma!

Bem, após esse pequeno resumo de Claro Enigma e também do resumo de “A máquina do Mundo”, vamos analisar a obra como um todo para entender melhor o Carlos Drummond de Andrade que está sendo apresentado a nós nessa obra.

Análise de Claro Enigma de Drummond

Percebeu que o título é paradoxal? Se é claro não é um enigma e um enigma não pode ser claro. Trata-se de uma figura de linguagem chamada oximoro que combina palavras com sentido oposto, inconciliável. Esse é o dilema em que se encontra Drummond.

Contexto histórico

O mundo vivia o início da Guerra Fria que havia começado em 1947 e que só terminaria em 1991 com o fim da URSS.

Além disso, o período também ficou marcado pela bomba atômica lançada em Hiroshima em 6 de agosto de 1945.

Rompimento com o modernismo

Nesta terceira fase do modernismo, ou pós modernismo (geração de 30), Drummond escreve sonetos (retorno ao clássico), poesias longas e reflexivas, versos com métricas, tercetos, referências eruditas e não coloquiais. Ele rejeita o que já estava se tornando um clichê: o radicalismo modernista.

Fase pessimista

Estamos diante de uma versão do poeta que está entediada com o mundo (“Os acontecimentos me aborrecem”). Ele já não está preocupado com as questões sociais, não sente alegria tendo posse do conhecimento, porque as coisas já perderam o sabor da descoberta.

Percebemos um desencantamento em relação ao mundo.

Intertextualidades

Há muitas referências à pensadores e poetas clássicos ou eruditos. Por exemplo, Drummond está desacreditado na alegria propiciada pelo conhecimento e em contraposição a Nietzsche escreve “A ingaia ciência”.

“Ingaia” é o contrário de “gaia” (alegre). Nietzsche escreveu “A Gaia Ciência”. Por isso, nosso autor ironiza no título de sua poesia.

Existencialismo

Sob influência do filósofo existencialista, Sartre, Drummond escreve poesias mais reflexivas, pensando em sua existência, ou seja, sobre o seu ser e estar no mundo.

Ele está velho, sabe que seu fim está se aproximando e adota um tom sombrio, pois não lhe resta o que fazer. Nisto vemos o tema da resignação, que é a aceitação das coisas que não podem ser alteradas.

Gostou do resumo e da análise de Claro Enigma de Carlos Drummond de Andrade? Deixe sua opinião nos comentários.

Aprenda muito mais com o Beduka

Beduka é um buscador de universidades particulares e públicas. Temos em nosso site o cadastro de todas as instituições de ensino superior registradas no Ministério da Educação (MEC).

O estudante que fizer uma pesquisa por determinada faculdade ou curso vai encontrar informações como avaliações, endereços e valores das mensalidades das universidades privadas.

Agora que você já leu a análise e o resumo de Claro Enigma, aproveite para ver também:

Você já conhece o Beduka Profissões? Conheça agora o nosso canal no Youtube!

Depois de tudo o que você leu já é possível fazer uma análise dos poemas de Claro Enigma!

A máquina do Mundo

E como eu palmilhasse vagamente

uma estrada de Minas, pedregosa,

e no fecho da tarde um sino rouco

se misturasse ao som de meus sapatos

que era pausado e seco; e aves pairassem

no céu de chumbo, e suas formas pretas

lentamente se fossem diluindo

na escuridão maior, vinda dos montes

e de meu próprio ser desenganado,

a máquina do mundo se entreabriu

para quem de a romper já se esquivava

e só de o ter pensado se carpia.

Abriu-se majestosa e circunspecta,

sem emitir um som que fosse impuro

nem um clarão maior que o tolerável

pelas pupilas gastas na inspeção

contínua e dolorosa do deserto,

e pela mente exausta de mentar

toda uma realidade que transcende

a própria imagem sua debuxada

no rosto do mistério, nos abismos.

Abriu-se em calma pura, e convidando

quantos sentidos e intuições restavam

a quem de os ter usado os já perdera

e nem desejaria recobrá-los,

se em vão e para sempre repetimos

os mesmos sem roteiro tristes périplos,

convidando-os a todos, em coorte,

a se aplicarem sobre o pasto inédito

da natureza mítica das coisas,

assim me disse, embora voz alguma

ou sopro ou eco ou simples percussão

atestasse que alguém, sobre a montanha,

a outro alguém, noturno e miserável,

em colóquio se estava dirigindo:

“O que procuraste em ti ou fora de

teu ser restrito e nunca se mostrou,

mesmo afetando dar-se ou se rendendo,

e a cada instante mais se retraindo,

olha, repara, ausculta: essa riqueza

sobrante a toda pérola, essa ciência

sublime e formidável, mas hermética,

essa total explicação da vida,

esse nexo primeiro e singular,

que nem concebes mais, pois tão esquivo

se revelou ante a pesquisa ardente

em que te consumiste… vê, contempla,

abre teu peito para agasalhá-lo.”

As mais soberbas pontes e edifícios,

o que nas oficinas se elabora,

o que pensado foi e logo atinge

distância superior ao pensamento,

os recursos da terra dominados,

e as paixões e os impulsos e os tormentos

e tudo que define o ser terrestre

ou se prolonga até nos animais

e chega às plantas para se embeber

no sono rancoroso dos minérios,

dá volta ao mundo e torna a se engolfar,

na estranha ordem geométrica de tudo,

e o absurdo original e seus enigmas,

suas verdades altas mais que todos

monumentos erguidos à verdade:

e a memória dos deuses, e o solene

sentimento de morte, que floresce

no caule da existência mais gloriosa,

tudo se apresentou nesse relance

e me chamou para seu reino augusto,

afinal submetido à vista humana.

Mas, como eu relutasse em responder

a tal apelo assim maravilhoso,

pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,

a esperança mais mínima — esse anelo

de ver desvanecida a treva espessa

que entre os raios do sol inda se filtra;

como defuntas crenças convocadas

presto e fremente não se produzissem

a de novo tingir a neutra face

que vou pelos caminhos demonstrando,

e como se outro ser, não mais aquele

habitante de mim há tantos anos,

passasse a comandar minha vontade

que, já de si volúvel, se cerrava

semelhante a essas flores reticentes

em si mesmas abertas e fechadas;

como se um dom tardio já não fora

apetecível, antes despiciendo,

baixei os olhos, incurioso, lasso,

desdenhando colher a coisa oferta

que se abria gratuita a meu engenho.

A treva mais estrita já pousara

sobre a estrada de Minas, pedregosa,

e a máquina do mundo, repelida,

se foi miudamente recompondo,

enquanto eu, avaliando o que perdera,

seguia vagaroso, de mãos pensas.

(ANDRADE, 2008, p. 281-285)

Conseguiu fazer a análise dos poemas de Claro Enigma? Conte pra gente nos comentários e não deixe de nos seguir no INSTAGRAM.

Veja a declamação do poema de Drummond, a Máquina do Mundo:

Sobre o autor: Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade autor de Claro Enigma - Resumo Beduka

Carlos Drummond de Andrade foi poeta, contista e cronista brasileiro, nascido em Minas Gerais. Nitidamente passou por fases distintas. Nos anos 30 suas poesias eram modernistas, nos anos 40 eram reflexivas, na década de 50 já sintetizava mais e finalmente na década de 60 vemos o seu desencanto com o mundo.

Exercícios de vestibular sobre o livro Claro Enigma de Drummond

1º – (ITA 2005) O livro “Claro Enigma”, uma das obras mais importantes de Carlos Drummond de Andrade, foi editado em 1951.

Desse livro consta o poema a seguir.

Memória
Amar o perdido
deixa confundido
este coração.

Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.

Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. “Claro Enigma”, Rio de Janeiro: Record, 1991.)

Sobre esse texto, é correto dizer que

a) a passagem do tempo acaba por apagar da memória praticamente todas as lembranças humanas; quase nada permanece.

b) a memória de cada pessoa é marcada exclusivamente por aqueles fatos de grande impacto emocional; tudo o mais se perde.

c) a passagem do tempo apaga muitas coisas, mas a memória afetiva registra as coisas que emocionalmente têm importância; essas permanecem.

d) a passagem do tempo atinge as lembranças humanas da mesma forma que envelhece e destrói o mundo material; nada permanece.

e) o homem não tem alternativa contra a passagem do tempo, pois o tempo apaga tudo; a memória nada pode; tudo se perde.

2º – (PUCCAMP 2010) Valores renascentistas, como o do poder da racionalidade, e os dramas da consciência moderna, a que não falta o sentido de um impasse histórico, entram em conflito em “A máquina do Mundo”, de Carlos Drummond de Andrade, já que nesse monumental poema de Claro enigma o autor

a) explora os limites do lirismo dramático de um Oswald de Andrade.

b) propõe-se a investigar os projetos nacionalistas de Mário de Andrade.

c) despoja-se da consciência histórica para realçar as mais livres fantasias.

d) ridiculariza seu destino de homem sentimental e deslocado no mundo.

e) faz frente à razão absoluta com a convicção melancólica de um indivíduo.

Gabarito:

1º – c

2º – e

Queremos te ajudar a encontrar a FACULDADE IDEAL! Logo abaixo, faça uma pesquisa por curso e cidade que te mostraremos todas as faculdades que podem te atender. Informamos a nota de corte, valor de mensalidade, nota do MEC, avaliação dos alunos, modalidades de ensino e muito mais.

Experimente agora!

Redação Beduka
Redação Beduka
A equipe de redação do Beduka é composta por pessoas de várias formações, sempre prontas a aprender sobre tudo para publicar os melhores textos e colaborar com a formação de todos os leitores. Sinta-se a vontade para deixar o seu comentário!

Sisu

Enem

Matérias

Simulado

Buscador