Biologia

O que é Gripe Suína? Fique por dentro de todos os aspectos: origem, causas, contágio, sintomas e prevenção!

O que é Gripe Suína!O que é Gripe Suína!

A Gripe Suína é uma variação das gripes comuns, que se origina num subtipo do vírus Influenza A, o H1N1. Justamente por ser uma mutação como nunca vista em um vírus da gripe, causou grande repercussão na população mundial. Fique conosco para descobrir todos os detalhes sobre o que é Gripe Suína!

Neste artigo sobre o que é Gripe Suína, você encontrará:

  1. O que é Gripe Suína: causas e contágio
  2. Sintomas, grupo de risco e prevenção
  3. Diagnóstico e tratamento da Gripe Suína

O que é Gripe Suína?

A gripe suína é uma doença infecciosa respiratória aguda, causada pelo vírus H1N1. Para compreender o que isso significa, devemos saber que todas as gripes conhecidas provém dos vírus Influenza. Esses vírus possuem divisões: Influenza A , B e outros. Dentro dos vírus influenza A, existem subdivisões, como H1N1, causador da chamada “gripe suína”

As subdivisões dos vírus influenza são os códigos que se utiliza para saber de onde veio a gripe, que tipo de espécie é afetada, etc. O H1N1 é um dos vírus que surge entre os porcos, por isso recebeu esse nome. Contudo, sofreu mutações que reuniram características de vírus de humanos, porcos e aves. Assim, foi possível que passasse para os humanos que têm contato direto com porcos. 

Hoje, o vírus H1N1 sofreu tanta mutação que o nome “gripe suína” não é tão correto, já que tem estado mais presente no universo humano que de outras espécies. Por isso, pode ser referida por outros nomes: Gripe Mexicana (surgiu como epidemia primeiramente no México), Gripe Americana (pela proximidade do México com o sul dos Estados Unidos, este último foi o segundo local afetado) ou até mesmo Gripe da Influenza A de H1N1.

A situação se tornou caótica não por causa dos porcos, pois poucos são os que tem contato direto com eles e a sua carne, quando cozida acima de 70°, não apresenta risco de infecção. Tudo se agravou porque o vírus mutou tão drasticamente que passou a ser passado de pessoa para pessoa, tornando-se uma gripe humana.

Contágio

Sendo doença respiratória, como as demais gripes, a sua dispersão pelo ar é fácil de acontecer. O vírus H1N1 está presente nos excrementos das vias respiratórias, como saliva. Quando uma pessoa espirra, boceja ou beija, esses vírus são dispersados no ar ao redor.

Assim, o contato direto ou até indireto, por um curto prazo, pode gerar novas infecções. A população não estava imunizada contra essa variedade nova e o alastre inicial foi inevitável. Como o vírus pode permanecer 1 ou 2 semanas sem desenvolver sintomas, muitas viagens aéreas fizeram com que a doença fosse dispersada pelo mundo e tomasse proporções de Pandemia, no ano de 2009, Segundo a OMS.

Sintomas da Gripe Suína, grupo de risco e prevenção

O sintomas da gripe suína são semelhantes aos da gripe comum:

  • febre
  • tosse
  • dor de cabeça
  • dores musculares
  • dor na garganta
  • fraqueza, fadiga
  • coriza
  • dificuldade respiratória
  • diarreia
  • vômito

Contudo, por causa de sua mutabilidade, a doença tem causado sintomas mais severos que o habitual, levando algumas pessoas ao óbito. Além disso, os pacientes mais acometidos são jovens, uma novidade em se tratando de gripes.

Grupo de Risco

Apesar dos jovens serem os mais afetados, qualquer pessoa com sistema imunológico enfraquecido é parte do grupo de risco:

  • Portadores de doenças cardiovasculares ou pulmonares (asmáticos, etc)
  • Portadores de AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Humana)
  • Gestantes
  • Idosos (maiores de 60 anos) 
  • Crianças (entre 6 meses e 5 anos)
  • Problemas hepáticos e renais
  • Obesos ou Subnutridos

Prevenção da Gripe Suína

Tendo em vista como o contágio se dá, os melhores modos de prevenção são:

  • Evitar contato muito próximo com pessoa infectada ou suspeita
  • Lavar sempre as mãos com água e sabão
  • Evitar levar as mãos ao rosto e à boca
  • Mantenha hábitos saudáveis de alimentação e atividade física
  • Beber bastante água
  • Não compartilhar utensílios de uso pessoal
  • Se necessário, utilizar máscara para proteger-se de gotículas infectadas no ar
  • Evitar frequentar locais fechados com aglomerações
Vacina-para-Gripe-Suína

E, por fim, a famosa vacina, se quiser entender mais sobre como esse mecanismo funciona, acesse nosso artigo exclusivo! 

Existem duas vacinas que protegem contra a infecção pelo H1N1: A vacina trivalente, que imuniza contra dois vírus da influenza A e contra uma tipo do vírus da influenza B e a vacina tetravalente (ou quadrivalente) que, além desses anteriores, imuniza contra um segundo tipo do vírus da influeza B e só deve ser usada a partir dos três anos de idade. 

Essas vacinas funcionam, pois o vírus H1N1, como foi dito, possui mutações de vírus suínos, aviários e humanos. Portanto, tomar uma vacina que vale tanto para influenza A como B é uma boa forma geral de prevenção.

A vacina é contraindicada para as pessoas com alergia a ovo, pois pode conter albumina, uma proteína do ovo responsável por reações alérgicas. Isso acontece porque existe uma etapa, durante o processo de produção da vacina, que os vírus crescem em ovos de galinha.

Diagnóstico e Tratamento da Gripe Suína

A suspeita de gripe H1N1 ocorre em pessoas com sintomas compatíveis aos de gripe comum, porém, duram mais e são mais agressivos. Assim, ao se dirigir a clínica, o médico solicita um exame laboratorial para confirmar a presença do vírus no sangue.

Para o quadro ser definido como gripe, inicialmente, é necessário que o paciente apresente febre de 37,8º C ou mais, dor de garganta e/ou tosse. Se houver um teste laboratorial positivo para H1N1, está concluído o diagnóstico.

Como em toda gripe, os tratamentos visam combater os sintomas, como: antitérmicos, analgésicos e expectorantes. Isso porque os vírus têm alta mutabilidade e dificilmente são combatidos em sí mesmos. Com o fortalecimento do sistema imunológico por meio do repouso e boa alimentação, associado ao consumo de água (que faz a micção aumentar, expelindo mais vírus), a doença tende a passar.

De acordo com a OMS, os medicamentos antivirais devem ser usados nos casos hospitalares, graves, e prescritos por médicos. Não deve haver automedicação porque são fortes e podem causar efeitos colaterais se não forem dosados pelos profissionais competentes.

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